© Cajá ・ Senior Product Designer ・ 2026

PT

EN

Projetando a experiência on-the-go para a aba documentos no QuestMobile a tempo da tax season

Questrade

,

Fintech

2024

Visão geral

O QuestMobile é o app oficial de investimentos da Questrade, a maior corretora online independente do Canadá, que gerencia bilhões em ativos como alternativa aos bancos tradicionais.

Nesse projeto, desenhei a experiência de ponta a ponta para levar a área de documentos do portal web para o app, incluindo upload, busca de formulários, statements e tax slips. Tudo foi ao ar em duas fases, garantindo que tax slips estivesse no app a tempo da tax season.

Resultados

Documentos financeiros disponíveis no app a tempo do pico anual de demanda

Entrega faseada em 2 releases, sem comprometer a tax season canadense

Criação do padrão de navegação replicável para todas as abas self-service

O problema

No Canadá, a tax season acontece entre fevereiro e abril, quando as instituições financeiras emitem os tax slips com os rendimentos do ano anterior. É o pico anual de acesso a documentos financeiros, e na Questrade esse acesso existia apenas no portal web, com uma experiência pouco adequada para quem precisava consultar on-the-go.

Aprendizados

A corrida contra a tax season do Canadá

O projeto era levar a área de documentos completa para o app, mas com a tax season se aproximando, faseamos o lançamento. Tax slips vieram primeiro, por serem os documentos que praticamente toda a base precisaria acessar nas semanas seguintes.

Na fase 1, três decisões moldaram a experiência: um ponto de entrada na Home levando direto aos tax slips, um aviso informando quando os documentos do ano fiscal seriam disponibilizados (evitando chamados no suporte) e uma navegação sem etapas intermediárias.

A fase 2 chegou um mês depois com a aba Documents, os statements e a migração de tax slips para dentro dessa nova estrutura.

Fase 1

Fase 2

Desenhando um novo padrão, à prova de futuro

A aba de documentos pertence a uma família de páginas self-service do app, onde o cliente resolve sozinho o que antes dependia do portal web ou de um atendente.

Percebi que essas páginas reúnem conteúdos diferentes, mas com mesma natureza. Isso abriu a oportunidade de padronizar e, em vez de desenhar uma estrutura sob medida apenas para Documentos, classifiquei os conteúdos em três categorias replicáveis: ações principais (o que o usuário executa), snapshots (prévias das funcionalidades filhas) e históricos (registros consultados de tempos em tempos).

Para definir a hierarquia, combinei dois critérios: o job da página, que colocou ações principais no topo por serem potencialmente bloqueantes; e os dados de Analytics do portal web, que calibraram o restante pela frequência de acesso.

A estrutura nasceu em Documents e ficou pronta para ser replicada.

Ações principais

Pontos de entrada para páginas filhas

Histórico de ações, com scroll infinito

Página

Definição da estrutura utilizada nas páginas onde moram funcionalidades self-service.

Quando a experiência fala mais alto do que a consistência

Manter consistência era um valor do projeto, mas não podia custar a adequação ao uso real. No portal web, statements e tax slips seguiam a mesma lógica de agrupamento por conta. Antes de repetir isso no app, investiguei se o padrão servia para o contexto mobile.

Escrevi cenários de uso e levei para uma investigação com o PO. Entendemos que, diferente de tax slips (baixados por conta, porque a declaração no Canadá é feita conta a conta), o comportamento mais comum para statements era buscar o documento de um mês específico. Então, statements passaram a ser agrupados por mês.

Desse modo, cada documento ficou organizado do jeito que é usado no mundo real, priorizando eficiência de uso, mesmo com perda de consistência com o portal web.

Página ’Statements’ no portal web.

Statements no app.

Impacto

Tax slips e statements no app no pico anual de demanda, com experiência desenhada para uso on-the-go.

Padrão de navegação único para abas self-service, nascido em Documents e pronto para replicação.

© Cajá ・ Senior Product Designer ・ 2026

Projetando a experiência on-the-go para a aba documentos no QuestMobile a tempo da tax season

Questrade

,

Fintech

2024

Visão geral

O QuestMobile é o app oficial de investimentos da Questrade, a maior corretora online independente do Canadá, que gerencia bilhões em ativos como alternativa aos bancos tradicionais.

Nesse projeto, desenhei a experiência de ponta a ponta para levar a área de documentos do portal web para o app, incluindo upload, busca de formulários, statements e tax slips. Tudo foi ao ar em duas fases, garantindo que tax slips estivesse no app a tempo da tax season.

Resultados

Documentos financeiros disponíveis no app a tempo do pico anual de demanda

Entrega faseada em 2 releases, sem comprometer a tax season canadense

Criação do padrão de navegação replicável para todas as abas self-service

O problema

No Canadá, a tax season acontece entre fevereiro e abril, quando as instituições financeiras emitem os tax slips com os rendimentos do ano anterior. É o pico anual de acesso a documentos financeiros, e na Questrade esse acesso existia apenas no portal web, com uma experiência pouco adequada para quem precisava consultar on-the-go.

Aprendizados

A corrida contra a tax season do Canadá

O projeto era levar a área de documentos completa para o app, mas com a tax season se aproximando, faseamos o lançamento. Tax slips vieram primeiro, por serem os documentos que praticamente toda a base precisaria acessar nas semanas seguintes.

Na fase 1, três decisões moldaram a experiência: um ponto de entrada na Home levando direto aos tax slips, um aviso informando quando os documentos do ano fiscal seriam disponibilizados (evitando chamados no suporte) e uma navegação sem etapas intermediárias.

A fase 2 chegou um mês depois com a aba Documents, os statements e a migração de tax slips para dentro dessa nova estrutura.

Fase 1

Fase 2

Desenhando um novo padrão, à prova de futuro

A aba de documentos pertence a uma família de páginas self-service do app, onde o cliente resolve sozinho o que antes dependia do portal web ou de um atendente.

Percebi que essas páginas reúnem conteúdos diferentes, mas com mesma natureza. Isso abriu a oportunidade de padronizar e, em vez de desenhar uma estrutura sob medida apenas para Documentos, classifiquei os conteúdos em três categorias replicáveis: ações principais (o que o usuário executa), snapshots (prévias das funcionalidades filhas) e históricos (registros consultados de tempos em tempos).

Para definir a hierarquia, combinei dois critérios: o job da página, que colocou ações principais no topo por serem potencialmente bloqueantes; e os dados de Analytics do portal web, que calibraram o restante pela frequência de acesso.

A estrutura nasceu em Documents e ficou pronta para ser replicada.

Ações principais

Pontos de entrada para páginas filhas

Histórico de ações, com scroll infinito

Página

Definição da estrutura utilizada nas páginas onde moram funcionalidades self-service.

Quando a experiência fala mais alto do que a consistência

Manter consistência era um valor do projeto, mas não podia custar a adequação ao uso real. No portal web, statements e tax slips seguiam a mesma lógica de agrupamento por conta. Antes de repetir isso no app, investiguei se o padrão servia para o contexto mobile.

Escrevi cenários de uso e levei para uma investigação com o PO. Entendemos que, diferente de tax slips (baixados por conta, porque a declaração no Canadá é feita conta a conta), o comportamento mais comum para statements era buscar o documento de um mês específico. Então, statements passaram a ser agrupados por mês.

Desse modo, cada documento ficou organizado do jeito que é usado no mundo real, priorizando eficiência de uso, mesmo com perda de consistência com o portal web.

Página ’Statements’ no portal web.

Statements no app.

Impacto

Tax slips e statements no app no pico anual de demanda, com experiência desenhada para uso on-the-go.

Padrão de navegação único para abas self-service, nascido em Documents e pronto para replicação.

© Cajá ・ Senior Product Designer ・ 2026

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EN

Projetando a experiência on-the-go para a aba documentos no QuestMobile a tempo da tax season

Questrade

,

Fintech

2024

Visão geral

O QuestMobile é o app oficial de investimentos da Questrade, a maior corretora online independente do Canadá, que gerencia bilhões em ativos como alternativa aos bancos tradicionais.

Nesse projeto, desenhei a experiência de ponta a ponta para levar a área de documentos do portal web para o app, incluindo upload, busca de formulários, statements e tax slips. Tudo foi ao ar em duas fases, garantindo que tax slips estivesse no app a tempo da tax season.

Resultados

Documentos financeiros disponíveis no app a tempo do pico anual de demanda

Entrega faseada em 2 releases, sem comprometer a tax season canadense

Criação do padrão de navegação replicável para todas as abas self-service

O problema

No Canadá, a tax season acontece entre fevereiro e abril, quando as instituições financeiras emitem os tax slips com os rendimentos do ano anterior. É o pico anual de acesso a documentos financeiros, e na Questrade esse acesso existia apenas no portal web, com uma experiência pouco adequada para quem precisava consultar on-the-go.

Aprendizados

A corrida contra a tax season do Canadá

O projeto era levar a área de documentos completa para o app, mas com a tax season se aproximando, faseamos o lançamento. Tax slips vieram primeiro, por serem os documentos que praticamente toda a base precisaria acessar nas semanas seguintes.

Na fase 1, três decisões moldaram a experiência: um ponto de entrada na Home levando direto aos tax slips, um aviso informando quando os documentos do ano fiscal seriam disponibilizados (evitando chamados no suporte) e uma navegação sem etapas intermediárias.

A fase 2 chegou um mês depois com a aba Documents, os statements e a migração de tax slips para dentro dessa nova estrutura.

Fase 1

Fase 2

Desenhando um novo padrão, à prova de futuro

A aba de documentos pertence a uma família de páginas self-service do app, onde o cliente resolve sozinho o que antes dependia do portal web ou de um atendente.

Percebi que essas páginas reúnem conteúdos diferentes, mas com mesma natureza. Isso abriu a oportunidade de padronizar e, em vez de desenhar uma estrutura sob medida apenas para Documentos, classifiquei os conteúdos em três categorias replicáveis: ações principais (o que o usuário executa), snapshots (prévias das funcionalidades filhas) e históricos (registros consultados de tempos em tempos).

Para definir a hierarquia, combinei dois critérios: o job da página, que colocou ações principais no topo por serem potencialmente bloqueantes; e os dados de Analytics do portal web, que calibraram o restante pela frequência de acesso.

A estrutura nasceu em Documents e ficou pronta para ser replicada.

Ações principais

Pontos de entrada para páginas filhas

Histórico de ações, com scroll infinito

Página

Definição da estrutura utilizada nas páginas onde moram funcionalidades self-service.

Quando a experiência fala mais alto do que a consistência

Manter consistência era um valor do projeto, mas não podia custar a adequação ao uso real. No portal web, statements e tax slips seguiam a mesma lógica de agrupamento por conta. Antes de repetir isso no app, investiguei se o padrão servia para o contexto mobile.

Escrevi cenários de uso e levei para uma investigação com o PO. Entendemos que, diferente de tax slips (baixados por conta, porque a declaração no Canadá é feita conta a conta), o comportamento mais comum para statements era buscar o documento de um mês específico. Então, statements passaram a ser agrupados por mês.

Desse modo, cada documento ficou organizado do jeito que é usado no mundo real, priorizando eficiência de uso, mesmo com perda de consistência com o portal web.

Página ’Statements’ no portal web.

Statements no app.

Impacto

Tax slips e statements no app no pico anual de demanda, com experiência desenhada para uso on-the-go.

Padrão de navegação único para abas self-service, nascido em Documents e pronto para replicação.